Cantora de Goiânia, Chell, lança clipe de “Não ache que é por mal”. Assista

Altos e baixos em relacionamentos amorosos são retratados no primeiro vídeo musical da carreira da cantora

Depois do sucesso do seu primeiro EP, lançado em março deste ano, a cantora Chell liberou hoje (20/10) o videoclipe da música “Não ache que é por mal”. O single, próximo de atingir 250 mil audições no Spotify, está em várias playlists de sucesso no Brasil. Com menos de seis horas após ser disponibilizado, o vídeo já contava com mais de 4 mil visualizações no YouTube.

Na realização do vídeo da canção, Chell contou com a parceria da produtora audiovisual goiana Plural Imagem e Som. Elaborado cuidadosamente, o clipe busca mostrar de maneira leve e sensível o cotidiano de casais que, vez ou outra, passam por crises no relacionamento. As personagens são interpretadas por elenco de renome nas artes cênicas e dança contemporânea, além da própria cantora, em uma dinâmica única.

Há também mudanças constantes no ator de cada personagem, o que contribui para uma discussão de gêneros e papéis, mesmo que sem levantar bandeiras diretamente. “O que vemos no clipe é resultado de um processo construído de forma muito próxima entre mim e a Plural; algo muito íntimo. O resultado é de uma sensibilidade imensa, assim como é a música”, afirma Chell.

CHELL

Chell tem 23 anos e nasceu no interior do Rio Grande do Sul, mas desde os 12 anos mora em Goiânia, onde precisou se reencontrar. É publicitária, YouTuber, compositora e cantora, com mais de 61 mil seguidores no Instagram e quase 19 mil no Twitter. Em seu canal no YouTube (chellandmar), ela e a namorada, Marcella Landeiro, reúnem mais de 100 mil seguidores cativados pela habilidade de se expressar despretensiosamente enquanto discutem temas relevantes à sociedade.

Com seu EP (homônimo) de estreia, Chell traz muita vontade de expressar seus medos e experiências na vida e no amor, mas com a mesma simplicidade, calma e clareza que tem para conversar. Apresenta o resultado de 11 meses de trabalho, resumidos em cinco faixas “que possam fazer sentido e, de alguma forma, ajudar alguém a encontrar seu lugar no mundo. Alguns dirão que é Pop, outros podem chamar de Neofolk ou até mesmo de ‘Nova MPB’. Resolvemos chamar de música”, diz.

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